sexta-feira, 7 de maio de 2010

Pleno


Fiz o teste por sugestão de uma amiga das maiores e, independentemente de crenças, pensei nele. Pensei mesmo nele e o exercício resultou em PLENITUDE. Resultou na transcrição das próximas linhas e na certeza de que umas estão bem mais evidenciadas do que outras.


«Plenitude é a arte de vagar pelos céus. A arte de deixar vazar a densidade e subir. É uma arte, talvez a mais sublime de todas as artes. Talvez os artistas a devessem praticar mais vezes…ou talvez não.

Sempre a escolha, sempre a própria escolha.

Plenitude é a capacidade que cada um cria em si próprio para aprender a voar. Voar para onde a vida o levar. Plenitude é o ser que se completa, alquimia de vida a correr a 180 graus. Plenitude é a harmonia entre todas as coisas, entre o ego e o instinto, é quando vence o dual e se harmoniza. É quando se cumpre a missão de mais um dia a somar aos quantos dias de missão cumprida.

Plenitude é ouvires o cão ladrar, a criança que chora e não saíres daí de dentro onde permaneces quem és. Plenitude é cumprir o mundo como Deus fez.

É voar na bóia, rumo ao infinito, para haver notícias frescas ao céu.

'Cá nos aguentamos, a cumprir o que combinámos. Cada um faz a sua parte'.

E nós fazemos. Guardamos para que tudo corra bem, para que venhas a correr ser um dos nossos.

Plenitude é sabermos que algum dia o tempo irá acabar e estarmos preparados para a 5.ª jornada. Tudo a seu tempo. Falta muito por vir. Mas a festa já está a ser preparada».

À solta

Aproximam-se. Fazem-se de amiguinhas. Depois amigas, e, num ápice, amicíssimas.

À falta de cérebro, valem-se da imagem. Somam jogos de sedução em troca de poder e seguem. Para a cama, para o carro, para a posição que estiver mais a jeito.

Observo-as todos os dias e vejo-as inseguras. Por isso temem novas chegadas como quem receia a morte, como quem receia o fim da boa vida. A vida que no fundo, bem lá no fundo, sabem não ser boa. Por isso não assumem. Fingem-se “meninas”, forjam aparências, reflectem as evidências da incoerência.

Ao menor dos enganos afastam-se. Desfazem amizades, destravam inimizades e, de súbito, revelam-se inimicíssimas.

Bandos de putas. À solta.

Será?

...um pássaro? Será um avião?

SIM! É um avião e é nele que vou alegre para Lisboa. Vou. Porque os meus valores não se contam em euros e a minha felicidade não se mede em espécie.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Passem à próxima, sim?

Como uma parvoíce nunca vem só, depois de um pontapé de saída às cores, lembraram-se de organizar um desafio caseirinho. Vai daí, tal como na jogada anterior, as meninas desataram a anunciar as pistas pelas quais vão aterrando as malas a cada chegada domiciliária. No chão. Na cama. Na cozinha. Nas escadas. Onde calhar!


E?? Diz que os meninos ficam excitados de baralhados e atrevidos de curiosos. Ai ficam?

Simbora então espevitar mais e mais o interesse na coisa (sem qualquer sentido genital, leia-se), atraindo as atenções para as zonas do corpo que estejam sinalizadas (sem qualquer sentido sexual, entenda-se).

E?? Diz que os meninos ficam excitados de baralhados e atrevidos de curiosos. Ai ficam?

Desculpem lá a falta de sensibilidade para a brincadeira, mas não contem comigo para carneirismos destes, ok?

A Luz ao fundo da época*


Acabou-se a brincadeira. Se não posso ir ao Estádio, é justo que o Estádio venha até mim.


*jogada referente à felicidade potenciada na sexta-feira passada

Há dúvidas?




Juro, não como os que mais mentem, que nada tenho que ver com esta aparição. Juro, não como os que mais mentem, que a minha inépcia para truques informáticos isenta-me de pretensas responsabilidades. Juro, juro, juro e, de repente, vejo 65 mil lugares de Luz. Crente que só eu, aplaudo, de sorriso aberto, mais uma gloriosa oferenda: então não é que o link para o meu blogue surge-me na pasta dos Favoritos deliciosamente associado ao símbolo do SPORT LISBOA E BENFICA?

Aleluia, irmãos!