sexta-feira, 21 de maio de 2010

E vão dois*


Ou então 48 que o defeito de profissão obriga-me a inflacionar as contas. Pois bem! 48 meses e 335 posts depois, a-real-idade avança para o terceiro ano de escritas. Segue, segue, segue…

*ou melhor já foram, no dia 16 de Maio

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Meu querido blogue


Assim que voltar da minha viagem às nuvens e aterrar no meu novo estado (já faltou mais), retomarei as nossas linhas.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Diga 33



Se 33 é uma idade ‘marcada’, manda a fé da Catedral que o Jesus da minha devoção cumpra o glorioso ritual de orar connosco o 33.º título. Ámen.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Arrepio

Ai, ai, que assim o meu coração não aguenta!

Depois da plenitude evocada pelo pensamento nele, chegam as mensagens transportadas pelo 96 dele.

Ai, ai, que assim o meu coração não aguenta.

Pleno


Fiz o teste por sugestão de uma amiga das maiores e, independentemente de crenças, pensei nele. Pensei mesmo nele e o exercício resultou em PLENITUDE. Resultou na transcrição das próximas linhas e na certeza de que umas estão bem mais evidenciadas do que outras.


«Plenitude é a arte de vagar pelos céus. A arte de deixar vazar a densidade e subir. É uma arte, talvez a mais sublime de todas as artes. Talvez os artistas a devessem praticar mais vezes…ou talvez não.

Sempre a escolha, sempre a própria escolha.

Plenitude é a capacidade que cada um cria em si próprio para aprender a voar. Voar para onde a vida o levar. Plenitude é o ser que se completa, alquimia de vida a correr a 180 graus. Plenitude é a harmonia entre todas as coisas, entre o ego e o instinto, é quando vence o dual e se harmoniza. É quando se cumpre a missão de mais um dia a somar aos quantos dias de missão cumprida.

Plenitude é ouvires o cão ladrar, a criança que chora e não saíres daí de dentro onde permaneces quem és. Plenitude é cumprir o mundo como Deus fez.

É voar na bóia, rumo ao infinito, para haver notícias frescas ao céu.

'Cá nos aguentamos, a cumprir o que combinámos. Cada um faz a sua parte'.

E nós fazemos. Guardamos para que tudo corra bem, para que venhas a correr ser um dos nossos.

Plenitude é sabermos que algum dia o tempo irá acabar e estarmos preparados para a 5.ª jornada. Tudo a seu tempo. Falta muito por vir. Mas a festa já está a ser preparada».

À solta

Aproximam-se. Fazem-se de amiguinhas. Depois amigas, e, num ápice, amicíssimas.

À falta de cérebro, valem-se da imagem. Somam jogos de sedução em troca de poder e seguem. Para a cama, para o carro, para a posição que estiver mais a jeito.

Observo-as todos os dias e vejo-as inseguras. Por isso temem novas chegadas como quem receia a morte, como quem receia o fim da boa vida. A vida que no fundo, bem lá no fundo, sabem não ser boa. Por isso não assumem. Fingem-se “meninas”, forjam aparências, reflectem as evidências da incoerência.

Ao menor dos enganos afastam-se. Desfazem amizades, destravam inimizades e, de súbito, revelam-se inimicíssimas.

Bandos de putas. À solta.

Será?

...um pássaro? Será um avião?

SIM! É um avião e é nele que vou alegre para Lisboa. Vou. Porque os meus valores não se contam em euros e a minha felicidade não se mede em espécie.