terça-feira, 27 de abril de 2010

Passem à próxima, sim?

Como uma parvoíce nunca vem só, depois de um pontapé de saída às cores, lembraram-se de organizar um desafio caseirinho. Vai daí, tal como na jogada anterior, as meninas desataram a anunciar as pistas pelas quais vão aterrando as malas a cada chegada domiciliária. No chão. Na cama. Na cozinha. Nas escadas. Onde calhar!


E?? Diz que os meninos ficam excitados de baralhados e atrevidos de curiosos. Ai ficam?

Simbora então espevitar mais e mais o interesse na coisa (sem qualquer sentido genital, leia-se), atraindo as atenções para as zonas do corpo que estejam sinalizadas (sem qualquer sentido sexual, entenda-se).

E?? Diz que os meninos ficam excitados de baralhados e atrevidos de curiosos. Ai ficam?

Desculpem lá a falta de sensibilidade para a brincadeira, mas não contem comigo para carneirismos destes, ok?

A Luz ao fundo da época*


Acabou-se a brincadeira. Se não posso ir ao Estádio, é justo que o Estádio venha até mim.


*jogada referente à felicidade potenciada na sexta-feira passada

Há dúvidas?




Juro, não como os que mais mentem, que nada tenho que ver com esta aparição. Juro, não como os que mais mentem, que a minha inépcia para truques informáticos isenta-me de pretensas responsabilidades. Juro, juro, juro e, de repente, vejo 65 mil lugares de Luz. Crente que só eu, aplaudo, de sorriso aberto, mais uma gloriosa oferenda: então não é que o link para o meu blogue surge-me na pasta dos Favoritos deliciosamente associado ao símbolo do SPORT LISBOA E BENFICA?

Aleluia, irmãos!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Filme de um fim-de-semana

De repente, entre carícias em cenário Watergate e um almoço que só correu bem à segunda, passámos a ter o nosso filme.



“Fomos feitos um para o outro. Não fomos feito para estar juntos”.


(in Vicky Cristina Barcelona)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Declaração em inconsciência

O olhar dele desarma-me, o toque dele amarra-me. As palavras dele entranham-se-me.

Declaração em consciência

Sou louca por mentes. Não necessariamente brilhantes, “apenas” brilhantemente fascinantes. Sim, sou perdida por mentes. São a expressão mais genuína da beleza.