quarta-feira, 4 de abril de 2012

Contradições desta vida

Amo o meu trabalho. Desamo o meu emprego.

Se bem que

Convém abrir parêntesis para explicar que na sexta-feira saí do trabalho perto da meia-noite; no sábado comecei às 8h30 e apenas acabei por volta das 23h30; domingo continuei a partir das 11h para só largar o teclado às 5h30 de uma longa segunda-feira, retomada para escritas às 11h e esticada até às 4h de terça-feira. Bem revistas as coisas, já estou a perceber como me deixei perder nas horas.

Diz a sabedoria popular...

...que o que tem de ser tem muita força. Acrescento eu que o que não tem de ser tem ainda mais força. Tanta, que depois de ter consultado, voltado a consultar e anotado o raio da data, consegui falhar o prazo de inscrição sem perceber que o dito estava apertado em horas. E, assim, sem como nem porquê, vi voar uma ansiada oportunidade de bater asas deste sol para fora.

sexta-feira, 23 de março de 2012

A minha do meio

Ainda ontem andava atarantada com correrias de metro, telefonemas para Marselha e pedinchices de corredores de hospital e, de repente, a princesa cresce-me três anos. Pelo segundo post consecutivo: caramba!



A velocidade dos dias

Um mês? Já passou um mês? Caramba!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Bate certo

Imaginava uma coisa, tocou-me outra. Mas, para o bem ou para o mal, a segunda via de que me falava a Marta chegou.








Nas nuvens



Quase dois meses de distância e já lhe sinto o cheiro. Da música, do mar, da terra, das gentes. O calendário de Abril marca-me novas aragens: Cabo Verde, aí vou eu.